TEMA 2025: DESATANDO LÍDERES EM CADA TERRITÓRIO

Devocional 30 de Março de 2024

O ESPÍRITO SANTO E O PODER DA ALIANÇA

Ex 12:11.
11 Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR

O que é a Páscoa? Páscoa é a manifestação viva do poder do Espírito Santo na vida de Jesus e tem a promessa de que todos nós desfrutaríamos do mesmo direito (Romanos 8:11). É incrível como tudo funciona em sincronia no mundo espiritual, e como a proposta de ampliar território é uma realidade para quem sabe se apossar dos seus direitos.

Temos dois entendimentos sobre a Páscoa: 

Páscoa Hebraica (Judaica) – Que retrata a saída do povo de Deus do Egito.
Páscoa Cristã – fala da morte, do sepultamento e da ressurreição de Jesus. 

A Páscoa Hebraica aconteceu para a grande libertação do povo de Deus, que estava escravo no Egito. Na noite mais crucial da história dos hebreus, Deus os fez sair com braço forte; romperam com o Egito e saíram adequadamente preparados, segundo o ritual que o Senhor havia dado as instruções: 
“Assim comereis a minha Páscoa”. Assim como? Observe que há uma instrução e logística que não deveriam ser alteradas, pois alguns poderiam atrair maldição de morte dos primogênitos, assim como ficar escravos no Egito e nunca conhecer a libertação para suas vidas e famílias.

Veja a instrução divina:
Ex 12:11-20.
11 Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR. 12 E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR. 13 E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. 14 E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo. 15 Sete dias comereis pães ázimos; ao primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, desde o primeiro até ao sétimo dia, aquela alma será cortada de Israel. 16 E ao primeiro dia haverá santa convocação; também ao sétimo dia tereis santa convocação; nenhuma obra se fará neles, senão o que cada alma houver de comer; isso somente aprontareis para vós. 17 Guardai pois a festa dos pães ázimos, porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis a este dia nas vossas gerações por estatuto perpétuo. 18 No primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comereis pães ázimos até vinte e um do mês à tarde. 19 Por sete dias não se ache nenhum fermento nas vossas casas; porque qualquer que comer pão levedado, aquela alma será cortada da congregação de Israel, assim o estrangeiro como o natural da terra. 20 Nenhuma coisa levedada comereis; em todas as vossas habitações comereis pães ázimos.

A instrução para a Páscoa Hebraica tem uma importância profética e, claro, tudo regido pelo Espírito do próprio Deus para ministrar força e os levar para o propósito.

A Páscoa Cristã tem atos proféticos redentivos, porque Jesus é a nossa Páscoa, que toma nosso lugar por ser o Pão da vida, o Pão vivo que desceu do Céu, o Pão que alimenta multidões, o Pão que se torna carne para formar uma aliança para que todos aqueles que creem e O recebem tenham o poder de serem feitos filhos de Deus (os que creem no Seu nome).

O propósito da Páscoa é nos inserir no plano divino para nos tornarmos um, pois aqueles que dEle comem e dEle bebem estão anunciando Sua vida e ressureição e o Seu retorno (Parusia). Na Páscoa Hebraica, o Espírito levou uma multidão de gente, inclusive nativos egípcios e de outras nacionalidades, para a Terra Santa, como um sinal (uma sombra) de que uma multidão de filhos (gentios) estariam em aliança com Ele, desfrutariam da Sua presença na terra e teriam o direito de herdar os céus. Ele é a nossa Páscoa! Aí vem a bênção do pão e a bênção do vinho. A bênção do pão diz: “Baru’H Atá A-donai, Eloheinu Méle’H haolam hamôtzi Lé’Hem Min hárets”. Bendito o Deus Criador dos céus e da terra que nos deu da terra o pão para comer. Esse PÃO é Jesus! E a bênção do vinho diz: “Baru’H Atá Adonai, Elohêinu Méle’H haolam, Borê Pri hagáfen”. Bendito és tu, ó Deus, que da terra tiraste força para bebermos desse fruto. Aqui está Jesus personificado na aliança com Seus filhos e lhes dando direito de serem inseridos no Reino para que ambos os povos se façam um. 

I Co 11:23-34!
23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; 24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. 25 Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. 26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha. 27 Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. 28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice. 29 Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. 30 Por causa disso, há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem. 31 Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. 32 Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo. 33 Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntais para comer, esperai uns pelos outros. 34 Mas, se algum tiver fome, coma em casa, para que vos não ajunteis para condenação. Quanto às demais coisas, ordená-las-ei quando for ter convosco. 

Renê Terra Nova

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